Entrevista exclusiva com um vampiro: Kellan Lutz

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Na primeira parte da minha entrevista com Kellan Lutz, nós conversamos sobre os fãs, e sobre agüentar os paparazzi o tempo todo. Hoje, os leitores terão uma noção verdadeira da dedicação de Kellan pela saga “Crepúsculo” e da sua personalidade brincalhona. Aproveite.

Combine a ética de um garoto fazendeiro a um intelecto aguçado, então adicione uma perceptividade do cenário Hollywoodiano, e você terá um jovem que sabe da vida, mas entusiasmado e pronto para o que der o vier.

O físico bem definido de Kellan Lutz chama a atenção imediatamente. Seu histórico como modelo da Abercrombie and Fitch não é surpreendente; seu visual exótico, e seu olhar brincalhão, ainda que com um brilho diabólico, demonstram um decoro possivelmente introvertido.

Mas, nada poderia estar mais longe da verdade. Um espírito livre, sua natureza brincalhona e inocente, e sua disposição para conversar comigo e expor sua vida para os fãs é cativante, ousada e perceptiva.

Sobre ser um espírito livre:
Eu simplesmente amo o que faço. Eu estava no caminho de me tornar um engenheiro químico, ganhando 60 mil dólares por ano – era um emprego respeitável. Mas a minha personalidade precisa de mais que isso. A adrenalina de ter uma audição ou de me tornar um outro personagem é incrível. Mas graças a Deus, Ele estava lá me guiando na direção correta. Ele me manteve seguro, e eu sei que eu coloco minha mãe em algumas situações estressantes, às vezes.
É por isso que eu uso este bracelete branco no meu pulso esquerdo. É o meu bracelete da liberdade. Finalmente esta é a minha vida, e eu posso fazer o que eu quiser, e isso me faz lembrar de onde eu vim. Eu estou nessa pelas razões certas. Eu não ligo para ser famoso; eu não ligo de estar nos tablóides. Eu simplesmente amo atuar. Eu me divirto muito. É o meu hobby favorito, que eu despertei dentro de mim mesmo, e eu adoraria fazer isso pelo resto da minha vida.

Sobre seu projeto favorito:
Meu irmão mais velho está na Marinha há dez anos, no Iraque, e nós recontamos essa história em Generation Kill, uma mini-série para a HBO, que é baseada na invasão do Iraque em 2003. É a história desses soldados que foram para lá e mataram todas essas pessoas, e ninguém, de toda a divisão, morreu. É baseado em uma história real. É um exame da realidade, e nós pudemos mostrar ao mundo através dos olhos da HBO. Foi um grande desafio, e eu amadureci muito. Foram sete meses na África, e eu vi partes do mundo, sobre as quais eu era ignorante. Mas, assim que eu cheguei lá, eu me apaixonei por Capetown. Eu nunca estive num lugar onde a paisagem e a terra te dessem energia.. Eu me senti tão vivo lá. Eu tenho amigos para sempre agora, de todas as partes do mundo.

Sobre se manter em forma – tanto em casa quanto no set de Eclipse:
Eu gosto de boxe. Eu tenho um ringue de boxe no quintal, com alguns sacos de boxe, e eu gosto de me encontrar com o meu treinador quando estou na cidade. Eu tenho uma piscina no meu quintal. Eu amo nadar; eu cresci nadando. Eu simplesmente amo; é o melhor exercício. Eu odeio correr, mas eu levo minha cadela para passear, ou para escalar rochas, ela tem tanta energia, e é isso que eu amo nela, porque ela me incentiva, e eu a incentivo.
Enquanto nós estamos aqui (em Vancouver), eu tenho ganhado peso e aumentado minha massa muscular. Nós fazemos treinamentos de luta quase todos os dias, treinamentos que consistem em jiusitsu, kungfu, boxing, e kickboxing – nós misturamos várias artes marciais para nos prepararmos para as seqüência de luta. É intenso. Eu nunca senti tanta dor nos pequenos músculos que seguram os grandes músculos.

Sobre os diretores da “Saga Crepúsculo”
Catherine Hardwick: Ela era cheia de energia, e alucinada e louca no bom sentido, porque eu também sou assim. Foi muito divertido trabalhar come ela, porque ela tinha uma energia que era muito divertida para um diretor, porque daí você não se desanima.

Chris Weitz: Ele era muito calmo, e tinha tudo muito bem planejado. Toda vez que tínhamos uma pergunta, ele tinha uma resposta. Todos os dias que íamos para o set, era muito fácil; você nem precisava trabalhar.

David Slade: Este é um filme de ação, então é legal ter David e sua equipe fazendo um filme masculino, que é realmente cheio de ação. Com a sua visão, e fazendo um filme corajoso como “Menina Má.com” e “30 Dias de Noite”, com uma ação repleta de vampiros, está ficando ótimo.

Sobre ser fotografado pelos paparazzi enquanto dirigia uma mini-van:
Eu fiz aquilo de propósito – minha família estava na cidade, e eu gosto de levar a minha família para os eventos que eu sou convidado, para que eles tenham um gostinho do que é a minha vida, de uma certa maneira. Então eu não me importei, eu fiquei, tipo, vamos na van. Eu sentei no banco do motorista porque eu queria ser fotografado ali. Nós achamos meio engraçado – então nós ligamos um rap no último volume. Porque, se você não puder brincar e se divertir… os paparazzi sempre estarão lá, então você pode tanto se esconder deles e não viver a sua vida, ou você pode se divertir com isso. Se eu sair em Hollywood, eu sei que é parte do território. Quando eu estou em casa, entretanto, eu vou até eles e peço para que não tirem fotos da minha casa e para que tenham ao menos a decência de fazer isso.

Sobre Rob e os paparazzi:
Eu nunca poderia fazer o que eu faço se eu fosse Edward. É uma posição muito difícil quando comparado aos fãs que se apaixonaram por Bella e Edward na séries de livros, porque eles SÃO o livro, de uma certa maneira, e então você adiciona Jacob. Para cada um milhão de fãs que nós temos, eles têm 10 vezes mais. É um mundo diferente. E, saindo com Rob, é difícil ver o que ele tem que passar. É realmente difícil para ele, porque você não tem como colocar um preço na sua vida, na sua liberdade, na sua felicidade, e vai continuar assim por alguns anos. É difícil quando você não pode nem sair do seu quarto de hotel para comprar um café.

Fiel ao seu personagem, Emmett, Kellan ama a sensação de ser o irmão mais velho, e acredita que tem a oportunidade e responsabilidade, como ator, de se dedicar a eventos de caridade. Ele rapidamente cita caridades pelas quais ele tem um grande carinho, incluindo a “Boys and Girls Club”, “Habitat for Humanity”, “Blind Project”, “Invisible Children”, e, graças ao seu amor por animais, a “Humane Society”.

Kellan diz com afeto:
“Eu acredito que se você andar na rua e der um sorriso, ou disser oi para alguém, você fica ótimo, uma única palavra encorajadora pode mudar um dia inteiro, ou uma vida toda.”
Fonte: Twilight Team

Quem posta: Bruna

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