Trilha Sonora de Lua Nova: canção por canção

Trilha Sonora N-M

Nós examinamos as canções inclusas no segundo filme de Crepúsculo.

A trilha Sonora de Crepúsculo – que lançou músicas de Paramore, Linkin Park e de um cara chamado Robert Pattinson – vendeu, até hoje, 2.3 milhões de cópias só nos Estados Unidos e foi um raro ponto brilhante para os negócios da música nesses tempos de crise (bem, junto com os álbuns de Taylor Swift).

Comparado com Taylor, a trilha Sonora de Lua Nova – a qual teve seu lançamento adiantado para sexta-feira (16 de outubro) para impedir que vazasse – grandes contribuições de Thom York, Lykke Li e Grizzly Bear (sem mencionar o primeiro single de Death Cab From Cutie), é bem obscuro. É mesmo, como escrevi anteriormente esta semana “Música das Massas” – ou no mínimo as massas que usam óculos e têm tocadores de discos e compraram ingressos para reuniões do Pavement.”

De fato, a supervisora de música Alexandra Patsavas compilou o que muitos estão chamando de o album indie do ano, e é difícil discutir com isso.

Abrindo com duas musicas indie simples, metálicas e tensas, “Meet me on the Equinox” de Death Cab (a qual, se você está vivo, você já deve ter ouvido) e “My Friends” da Band os Skulls, a trilha sonora de Lua Nova rapidamente se acalma com o som leve de “Hearing Damage” de Thom Yorke, e com a delicada “Possibility”, de Lykke Li, duas verdadeiramente angustiantes, bem arranjadas e esparsas performances que pareceriam deslocadas, se não fossem as águas obscuras que se seguem.

The Killers directionam Lou Reed na sombria “A White Demon Love Song”, a qual vagarozamente constrói um sólo triste crescente (e seriamente escorregadia). A cantora e escritora Anna Marie fica sem fôlego em “Satellite Heart” e os ícones do indie Bon Iver e St. Vincent fazem o que fazem de melhor – coisas de igreja, fantasmagóricas – em “Rosyln”.

The Black Rebel Motorcycle Club o seu melhor obscuro e bagunçado com “Done All Wrong”, “Slow Life” de Grizzly Bear é um pop vago e gera uma atmosfera sonhadora, e “No Sound But Wind” dos Editors é uma balada carregada de piano cantada pelo tom de voz barítono assustador do vocalista Tom Smith.

É claro, há alguns momentos de luz espalhados através da escuridão. Os favoritos de Crepúsculo, Muse, contribuem com uma versão remixada de “I belong to you” (a original pode ser encontrada no álbum recém lançado deles The Resistence) e é bem do estilo Muse, vocais amplos e sólos de guitarra. A música “Monster”, de Hurricane Bells, surge através de uma linha super-skuzzed da guitarra, a música “The Violet Hour”, de Sea Wolf, é um indie-pop clássico vibrante e OK Go toca como os sinos com “Shooting the Moon”, parecendo muito como os rejeitados Flaming Lips, do meio da década.

Apesar de tudo, é uma trilha sonora muito boa. Mas também é decididamente liberal, cheia de contribuições menos importantes, comparadas com os artistas que estavam sendo esperados. Aqui está, na esperança de que esses artistas sejam introduzidos a milhões de novos e intensos fãs…

Esse artigo foi retirado da MTV News.

Fonte: Twilight Team
Quem posta: Bruna

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