A Saga Crepúsculo: Entrevista com Robert Pattinson de Lua Nova

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Em A Saga Crepúsculo: Lua Nova, o segundo capítulo na série fenomenalmente bem sucedida de Stephenie Meyer, o romance entre a mortal e o vampiro atinge um intenso e perigoso novo nível e revela um conflito que assombrará Bella Swan (Kristen Stewart) conforme a história continua. Aprofundando na antiga rivalidade entre a tribo Quileute e os vampiros, que fica ainda mais crítica entre o melhor amigo de Bella, Jacob Black (Taylor Lautner), e seu amor, Edward Culllen (Robert Pattinson), ela rapidamente aprende que o mundo sobrenatural do qual ela anseia fazer parte irá colocá-la em mais perigo do que antes.

Como o relutante vampiro que faz milhões de garotas desmaiarem no mundo todo, Robert Pattinson vem trabalhando sem parar desde que foi contratado para o primeiro filme Crepúsculo. Tendo recentemente acabado de filmar A Saga Crepúsculo: Eclipse, o ator também espera fazer Bel Ami e Unbound Captives antes de retornar para o capítulo final, Amanhecer, que provavelmente será filmado no outono de 2010.

Na coletiva de hoje do filme, Robert Pattinson falou sobre se acostumar com uma vida em que o mundo observa cada um de seus passos.

Pergunta: Como foi esse último ano para você? Como você está lidando com as coisas? Está mais confortável com tudo agora?
Robert: Acho que é inevitável que você se sinta mais confortável. Você ainda luta contra algumas coisas. Não há nada de assustador na franquia em si. Gosto de todas as pessoas com as quais trabalho. Geralmente tenho poucas discordâncias com o script ou alguma coisa enquanto estamos filmando, principalmente em Lua Nova. Pareceu ser tão relaxante e fácil. Estive em três sets diferentes desde o dia 14 de Janeiro. Tive meio que três dias de folga. Eu também estarei no set durante todo o próximo ano. Não sei como é fazer uma viagem ou essas coisas, porque não tive tempo de folga o suficiente. Não sei como isso realmente mudou. Eu ainda me sinto como se fosse o mesmo, o que talvez não seja uma boa coisa.

Você pode falar sobre como foi trabalhar com Chris Weitz e como o resumo que ele deu ao elenco ajudou você?
Eu nunca recebi isso de algum diretor. Tinha 40 ou 50 páginas, além de um monte de cartas e e-mails tentando mostrar que ele estava na mesma situação que a nossa e que estava completamente do nosso lado durante a produção do filme. E ele não vacilou quanto a isso ao longo de todo o filme. Provavelmente soa ridícula a quantidade de elogios que ele recebe. Eu estava com ele e sua esposa no Japão e ela até ficou meio cansada disso. Mas ele é como um santo. É uma das melhores pessoas que conheci, não como diretor. De muitas formas isso está no filme. Tem muito sentimento, especialmente para uma seqüência em uma franquia. Ele é simplesmente uma ótima pessoa para se trabalhar.
Aparecendo na maior parte do filme apenas como uma série de visões, você se sentiu afastado dos seus colegas de elenco de alguma forma? Você queria estar mais no filme?
Essas foram as cenas mais difíceis. Não foram, na verdade, na época, mas depois eu vi a primeira tomada do filme e eles as mudaram consideravelmente na edição e no ADR. Não é Edward, é uma manifestação da solidão e desespero de Bella. Foi sempre muito difícil. Eu perguntei a Kristen, “Como você faria?”. É a opinião dela, então foi difícil. Quanto a ficar sozinho, sempre me sentia um pouco afastado como o personagem ao longo de toda a série. Acho que ele é assim, então não senti nada diferente.

Como foi fazer aquela cena do término de Edward e Bella?
Tinha alguma coisa estranha nisso. Uma das principais coisas que senti ao fazê-la e o que realmente ajudou foram a antecipação das pessoas em relação ao filme e as idéias dos fãs da série sobre o que o relacionamento da Bella e do Edward é e o que isso representa para eles. É como o ideal para um relacionamento. E assim, apenas interpretar uma cena na qual você está terminando um relacionamento ideal, eu senti todo o peso por trás disso. E também tinha um pouco de melodrama. Eu me senti sísmico, mesmo quando estávamos fazendo a cena. Era muito parecido com a cena de se expor à luz do sol, no final. Você podia realmente sentir a audiência assistindo enquanto você a fazia. Foi uma cena bem estranha de se fazer.

Você já teve seu coração partido, como Edward fez ao deixar Bella?
Não, acho que não.

Quais foram seus pensamentos enquanto você estava filmando aquela cena na Itália, na qual Edward se revela na luz do sol?
Eu simplesmente cheguei a uma percepção nessa cena. Foi um dos momentos mais íntimos no qual eu realmente senti a ligação sentimental das pessoas ao personagem, porque tinha tanta gente lá que eram apenas fãs de Crepúsculo, que viajaram para estar na praça da cidade. Simplesmente dar aquele passo para a luz do sol foi um momento único, desde o primeiro Comic-Con, no qual eu senti todo o peso da antecipação e responsabilidade com todas as pessoas que são tão obcecadas com a história. Foi um bom momento. Foi de dar nos nervos, mas provavelmente me senti mais no personagem do que já senti antes, ao longo de toda a série, naquele momento.

Se houvesse um luta entre Edward e Jacob, quem venceria?
Eu não sei. Acho que, na verdade, é um fato que Edward venceria, se li os livros corretamente. Então, acho que eu posso afirmar isso, pelo meu ego.

E uma briga entre você e Taylor Lautner?
Eu ouvi, outro dia, que Taylor aceitou fazer uma entrevista na qual o entrevistador iria lutar com ele. Eu acho que nunca aceitaria isso. E, depois de olhar os vídeos de arte marcial do Taylor de quando ele tinha uns nove anos, eu realmente não quero lutar com ele. Talvez se eu tivesse uma espécie de arma.

Quais traços de personalidade você divide com Edward?
Acho que a teimosia, algumas vezes, com algumas coisas. Ele é bem moralista. Eu sou meio obsessivo com certas coisas, e possessivo também.

Com o quê?
Tenho idéias muito, mas muito especificas sobre como quero fazer meu trabalho e como quero ser percebido, ao ponto de ser ridículo algumas vezes. Não ouço a mais ninguém. É por isso que não tenho um agente publicitário ou essas coisas. Não agüento quando alguém fica tentando me dizer o que fazer, o que provavelmente é um erro em algumas vezes. O bom da série Crepúsculo é que ela lhe dá muito mais controle sobre coisas bem pequenas, que eu quero ter. Eu sou muito controlador quanto a isso.

Você aprecia mais Edward a cada filme? Quais são suas cosias favoritas sobre ele?
Quando li Lua Nova, o livro me deu idéias sobre como interpretá-lo no primeiro filme. Foi o livro que mais me conectei e também o que mais humanizou Edward na minha opinião. No primeiro, ele ainda permanece, do começo ao fim, um personagem idealista. Mas, no segundo, ele comete um erro do qual todos ficam sabendo, inclusive ele. E também está totalmente minado com mais criaturas poderosas e também minado emocionalmente pelas pessoas. Isso é o que o humanizou.
Desde que li esse livro, passei a gostar mais do personagem e tentei interpretar esse mesmo sentimento ao longo dos filmes. Ele é o herói da história que apenas recusa a aceitar que é herói e acho que isso é meio que admirável.

O amor toma uma grande parte desses filmes, e muitos fãs querem que o que acontece nas telas aconteça na vida real. Como você separa não se apaixonar na vida real pela mulher com quem está atuando?
Você tem sempre de se lembrar que está sendo pago. Há muitas conotações que vem com isso. Essa é uma das maiores separações.

Você concorda com a decisão de fazer o Edward aparecer como uma visão e não somente como uma voz?
Eu sempre fiquei muito preocupado com isso. Mesmo antes de começarmos a filmar, as pessoas perguntavam coisas e diziam, “Oh, você está preocupado que as pessoas vão pensar não haver Edward suficiente no filme?”, mas ele não está no livro. Eu estava tão preocupado que seriam apenas cenas aleatórias. Houve conversa, no começo, de mostrar a história dele na América do Sul, se lamentando pelos cantos. Isso teria sido horrível para mim, e eu acho que teria sido catastrófico para o filme também.
Eu lutei o quanto pude para manter o mais limitado possível, principalmente porque não acontece no livro. Mas então, ao mesmo tempo, é assustador fazer só uma voz porque poderia acabar sendo muito brega. Eu acho que ficou médio. Eu não estou lá. Eu deveria estar interpretando essa visão e, se você interpreta o mais realisticamente possível, se torna uma coisa interessante de tentar entender. Foi interessante para mim, na época.

Como você lutou por isso?
Eu só conversei com o Chris. Ele não faria nunca as coisas só por fazê-las. Ele estava sempre do lado da história. Desde que foi editado, teve muitas sequências de cenas aparição que foram cortadas. Muitas delas, o Chris cortou sem me dizer. Mas, quando eu estava fazendo ADR, eu estava dizendo, “Será mais interessante e místico se você cortar mais dessas cenas. Fica mais misterioso e realístico, quanto menos visões você tiver.” Só ter as cenas de imaginação torna algo além de uma visão. Fica uma imagem super imposta, o que não é interessante.

A franquia te transformou em um homem protagonista financiável. Como isso mudou sua carreira, e onde você quer estar em cinco anos?
Eu não sei. Eu só fiz um filme fora da série, que foi Remember Me. Ele vai ser lançado ano que vem. Mas, até isso, eu fiz com o mesmo estúdio. Eu ainda estou um pouco cego, em relação a como está a minha viabilidade econômica real, fora da série, mas está definitivamente diferente. Te oferecem coisas que você nunca sonharia conseguir antes, mas isso também é assustador porque você não tem de fazer testes pra nada. Você só pensa, “Eu não quero fazer um filmes só porque ele se faz sozinho”.
É uma situação assustadora de estar, de muitas maneiras. Você tem de se questionar muito mais. Antes de Crepúsculo, eu fazia qualquer filme que conseguia e tentava fazer o melhor disso depois. Agora, é esperado que você não só traga uma viabilidade econômica para o filme como também um desempenho. As pessoas dizem, “Você não pode só zoar por aí. Estamos te empregando para ser um astro e um ator.” É difícil e assustador.

Não é com isso que você sonha quando se entra no ramo?
É sim. Quando você não tem um grande filme atrás de você e não é financiável, todos dizem, “ele não é financiável o suficiente,” então você não consegue pegar os papéis que quer. E então, quando você consegue, especialmente com um filme como esse em que há uma audiência específica, as pessoas começam a pensar, “Oh, você precisa se dar bem com essa audiência. Você precisa fazer isso ou aquilo. Você precisa aparentar certa forma.” Há algumas limitações para isso, visto que quando ninguém está assistindo seus filmes e você consegue um papel, você pode fazer o que quiser. É assim que as coisas são. Então, há partes boas e ruins, de qualquer forma.

Com tudo pelo que você está passando agora, como você evita que sua vida seja apenas um borrão?
É só um borrão. Há alguns momentos aleatórios que se destacam, mas eu estive trabalhando tanto esse ano que é quase como viver em uma realidade alternativa. As horas em um set de filme são tão longas que você está fazendo horas de doutor, e cada doutor com quem eu já falei diz a mesma coisa, que você não faz idéia do que está acontecendo a não ser trabalhando. Você fica longe da família e dos amigos, e tudo isso.

Com todos os encontros de fãs que você teve, houve algum que simplesmente te fez rir?
Sim, uma boa parte deles. Recentemente, eu tive menos interação direta com as pessoas porque há muito mais segurança e tal no set. Mas, eu sempre achei engraçado quando pessoas mais velhas apareciam. Teve uma mulher que veio até mim outro dia, e ela devia ter uns 90 anos. É bem incomum. E, elas dizem as mesmas coisas que uma garota de 12 anos. Isso é meio bizarro.

Quando você está filmando coisas mais românticas, o que passa pela sua cabeça?
É estranho. As pessoas ficam me dizendo, “Dê uma animada nas coisas de ação, para que os caras venham ver”, mas é ridículo. É como dizer que um cara não pode apreciar um romance. Eu não acho que você pode dizer isso de E o Vento Levou. Eu assisti Titanic e eu não pensei, “oh, esse é um filme de garotas.”
Especialmente em “Lua Nova”, e na verdade em toda a série, eu nunca interpretei pensando, “Oh, eu estou em uma série de filmes de garotas e estou fazendo algo só para as garotas.” Eu não sinto que estou fazendo um Tiger Beat animado a cada semana. Eu gosto de fazer cenas românticas. Eu sinto que muito da história de Lua Nova é verdadeira e devastadora. Eu não pensei que estava fazendo algo só por fazer um romance. Eu pensei, de muitas maneiras, que era uma história triste.

Você é uma pessoa romântica, na vida real? Qual é a coisa mais romântica que você já fez?
Eu não fiz muitas coisas românticas na minha vida.

Você já fez uma serenata para alguém?
Oh, não! Eu não acho que isso seria romântico nunca. Você precisa ter muita coragem para fazer isso. Jesus Cristo! Na verdade eu não posso pensar em nada romântico que já fiz. Isso é horrível.

Você já deu flores para alguém?
Sim, eu dei. Eu coloquei uma flor no armário de alguém quando eu tinha 15 anos. Essa garota, chamada Maria. Talvez eu tivesse 14 anos. Ela na verdade pensou que era de outra pessoa, e o outro cara disse que era dele também, o que foi ótimo.

Como foi assistir a transformação física do Taylor?
Eu não vi o Taylor até pouco antes de começarmos a filmar, então quando ele voltou, eu tive a mesma reação de todos os outros. Eu pensei, “Agora eu tenho de ir à academia.”

Como foi desenvolver o triângulo amoroso?
Foi estranho porque eu mal fiz cenas com o Taylor. Nós só fizemos as cenas no começo e as cenas no fim, e ele tinha todo o desenvolvimento da história comigo estando por perto, o que é interessante porque eu não tinha idéia de como o desempenho dele estava indo. Não era nada como uma competição, ou algo assim. Era independente. Ao passo que, em Eclipse, fizemos cenas juntos, o tempo todo, com a Bella. Isso mostra realmente a dinâmica do filme.

Qual é seu filme de vampiro de todos os tempos e por quê?
Eu não sei. Eu sempre penso nas pessoas erradas. Eu vou dizer, “Ethan Hawke em Entrevista com o Vampiro,” e alguém vai dizer, “Ele não é o vampiro.” Há muitos. Na verdade eu gosto do Wesley Snipes (em Blade). Eu acho que ele é ótimo.

Qual a coisa mais estranha ou engraçada que você já leu ou ouviu de si mesmo?
Recentemente, uma revista tinha na capa que eu estava grávido. Eu só pensei, “uou!” E, foi sem nenhum pingo de ironia nem nada. Eu realmente não sei o que pensar dessa. Eu nem sei se isso se qualifica como difamação porque eles podem dizer, “Bem, é obviamente ficção”, mas está escrito em uma revista que não publica ficção. Eu vi alguns comentários embaixo do artigo dizendo, “É por isso que ele sempre usa jaquetas. Ele sempre usa camadas para esconder.”

Como você mantém o equilíbrio entre deixar seus fãs e o público saberem quem você é, sem ser o Edward, e também manter sua vida privada?
Eu acho que você faz isso através de fazer trabalhos. É uma coisa tão arriscada, dar entrevistas. Eu tento limitar a quantidade de entrevistas que dou. Ninguém é tão interessante, especialmente quando você não esta realmente dizendo nada. E, eu não quero particularmente ser algum tipo de personagem na sociedade. Então, eu acho que a única coisa que você pode fazer é trabalho e ver se as pessoas respondem a isso.
Mas eu sempre me seguro ao fato de que eu não sei realmente quem eu sou, então esperançosamente eu não vou me comprometer por isso. Eu sou simplesmente ignorante de tudo isso. Eu nunca realmente lutei com nada, até recentemente. Eu tive de para de me auto depreciar tanto porque as pessoas estão começando a acreditar. Elas vão dizer, “Aquele cara é um idiota,” então eu tentei parar de fazer isso.

Foi um grande choque ter Bryce Dallas Howard no set de Eclipse, ao invés de Rachelle Lefevre?
Sim, foi um choque, mas ela é adorável. Ela é muito, muito legal.

Já te disseram uma data experimental em que podem começar a filmar Amanhecer?
Eu acho que a data experimental para Amanhecer é outono do ano que vem. Eu acho. Eles podem muito bem mudar isso.

Que filmes você fará em 2010?
Dependendo de como as coisas saiam, eu farei um filme chamado Bel Ami em Fevereiro, que é uma adaptação de um romance do Guy de Maupassant. E, eu espero que faça um filme do ocidente com a Rachel Weitz e Hugh Jackman, chamado Unbound Captives, em algum momento também. Eles tem de tentar acertar as agendas de todo mundo e tal.

Quem você vai interpretar em Unbound Captives?
Eu interpreto um garoto que é seqüestrado pelos Comanches, quando ele tinha quatro anos, e ele é criado por eles. A mãe dele passa a vida inteira tentando encontrar a mim e minha irmã, e quando ela nos encontra, não conseguimos nos lembrar quem ela é ou de nada da cultura ocidental na qual crescemos. Eles falam Comanche, o filme todo. Você não pode ser mais diferente do Edward.

É por isso que você respondeu a ele?
Não. Na verdade eu assinei o contrato dele depois de ter feito Crepúsculo, no verão, só uns meses depois de ter terminado. Foi realmente antes de qualquer coisa ter acontecido, então eu não estava pensando muito nisso. Foi só um script legal e me lembrou, de muitas maneiras, de Giant, que é um dos meus filmes preferidos. Eu acho que foi por isso que respondi a ele.

O James Dean é um dos seus atores preferidos?
Um deles, sim.

Você vai ter de aprender a falar Comanche para o seu papel?
Sim.

Você teve tempo para sua música ultimamente?
Estou tentando ter.

Fonte: Twilight Team
Quem posta: Bruna

2 Respostas so far »

  1. 1

    veronica said,

    nosssa ele e muito bonito haaaaa!!!!!!!!!11
    cm eu qr conhecer ele mas eu tenho certeza q eu vou conhecer ……..
    haaaaaaaaaa no dia q eu asssiti o filme dele o pacto nossa ele estava muito bonito ………..
    eu amooooooooooo elEeeeeeeeeee xaaaaaaaau at+

  2. 2

    Gatos todos !!!
    Doida pra ver logo Lua Novaaa !!!


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